segunda-feira, 16 de junho de 2014

A HISTÓRIA SECRETA DA OBSOLESCÊNCIA PLANEJADA (2011)


Comprar, jogar fora, comprar: A História Secreta da Obsolescência Planejada


Gravadora: Arte France, Televisión Spañola, Televisión de Catalunya

Estilo do filme: Documentário

Duração: 52min 18sec

Data de lançamento: 2011


Assista o trailer





O filme se passa em diversos locais como França, Estados Unidos, Europa, dentre outros países. O documentário vai desde a criação da primeira lâmpada até a data lançamento do filme. O tema tratado mostra como as empresas influenciam no consumismo e no ciclo da obsolescência planejada.

Tem como objetivo mostrar o lado oculto das grandes empresas que tenta nos governar por meio de seus produtos frágeis, forçando-nos a aumentar o desejo de consumir.

No documentário foram entrevistadas algumas pessoas, dentre elas: Lynn Owens (presidente do comitê da lâmpada), Marcos (um consumidor que tem problemas com sua impressora e tentando resolver o problema descobre a verdade oculta), Helmut Höge (um historiador que investiga sobre as lâmpadas e sua fabricação), Warner Philips (bisneto dos fundadores da empresa Philips que conta a historia da fundação da empresa de sua família), Mike Gurman (técnico de informática que tenta ajudar Marcos a solucionar o problema de sua impressora), Boris Knuf (designer industrial que explica como funciona a criação de produtos que tem a obsolescência), Serge Latouche (professor de economia que estuda o funcionamento da obsolescência), Marcos López (técnico em informática que explica o funcionamento do chip da impressora de Marcos), Elizabeth Pritzkar (advogada que ajudou no processo contra a apple), CaseyNeist (cidadão que entrou com uma ação contra a Apple), Mike Anene (ativista ambiental), Vitaliy Kiselev (programador informático que criou um “Freeware” para ajudar com o problema das impressoras) Jhohn Thackara (diretor da “ Door of Perception” que conta um pouco da historia da fabricação de lâmpadas).

Quem nunca quis descobrir os grandes segredos por trás das grandes empresas, algo que nos impulse a consumir desenfreadamente, “por que os produtos de hoje tem a duração muito menor do que os de antigamente?”. No documentário é mostrada uma lâmpada de mais de 100 anos que comprova que a duração das lâmpadas de hoje poderiam ser muito maior, não só as lâmpadas, mas muitos outros produtos têm seu tempo de vida útil reduzido, por que será?

Opinião sobre o filme: É um filme muito interessante, pois retrata um fato oculto a muitas pessoas e nos faz refletir sobre uma possível alienação por trás das grandes marcas e pequenos (ou grandes) produtos.


By Jefferson T., Jefferson C., Arthur, Sulene, Pedro, Breno.

quarta-feira, 11 de junho de 2014

RETORNO AO QUINTAL DA DONA GALDINA

Após a primeira visita do dia 17 abril, voltamos a casa da Dona Galdina no dia 30 de abril. Neste dia foi feito o planejamento junto com a moradora, que demonstrou muito interesse para com o projeto.

Nesse momento foi feito uma troca de saberes; A Dona Galdina passou para os bolsistas um pouco do seu vasto conhecimento, e os bolsistas passaram pra ela um pouco do que aprendem no Centro UnB Cerrado.

Os bolsista conversaram bastante com a sábia senhora, voltaram ao centro e elaboraram o croqui (desenho do projeto). 


Foto 1 - Croqui do quintal da D. Galdina

No dia 7 maio voltamos a casa da Dona Galdina mostramos a ela o croqui e apresentamos as seguistes propostas:

  • Cobertura do solo da horta e nos pés das plantas

  • Reutilização da água cinza

  • Consórcio de plantas no canteiro

  • Biofertilizante

  • Adubo orgânico

Houve um estranhamento da parte dela, pois o trabalho com práticas Agroecológicas é uma proposta nova, e bem diferente da sua vivencia com a terra, porém foi entendido por ela que essa proposta iria trazer benefícios ao seu quintal, por isso então ela aceitou com prazer desenvolver esse trabalho junto ao centro UnB Cerrado . 

O projeto foi colocado em prática; Houve um preparo da terra, os canteiros foram feitos e cobertos com matéria orgânica e as seguintes mudas foram plantadas:
       

Alface
 Rúcula
 Coentro
 Inhame
 Orégano
 Tomate
 Couve
 Quiabo
 Mostarda Roxa
 Agrião
 Hortelã

Foto 2 - Quintal antes

Foto 3 - Quintal depois


Os bolsistas e Dona Galdina fizeram o plantio das mudas de hortaliças e ervas medicinais.

O trabalho foi realizado com êxito, para ambos foi um grande aprendizado e porque não dizer uma lição de vida!



AULA COM AS PROFESSORAS TÂNIA CRISTINA CRUZ E REGINA COELLY

Todos prestando atenção na professora Regina by Lailane
Na aula do dia 7 de junho, sábado, as professoras Tânia Cruz e Regina Coelly trouxeram novas ideias para serem realizadas no segundo semestre, como por exemplo, apresentar um teatro de bonecos, criados pelos alunos do centro UnB.

Regina e Breno fazendo pose by Lailane 

A proposta seria que alguns dos alunos fizessem bonecos e contassem a história do cerrado, elas também abordaram como seriam feitos os bonecos, de papel machê, e também a proposta de que terminássemos os bonecos de espuma feitos pela turma do ano passado, sendo assim, usando roupas e outros materiais que não tenham mais utilidade e que podem ser reaproveitados de outras formas.

O professor Rafael que comandou a oficina de bonecos passada também veio para a aula, nos mostrar um pouco do seu trabalho, como exemplo, ele trouxe um boneco feito por ele de duas ''cabeças'' de papel machê. Com o seu boneco de espuma ''o homem do saco'', um boneco que a pessoa que o manejaVA vestia-o. Nos foi permitido também usar o boneco, para testá-lo.


Foto de uma de suas esculturas de madeira by Lailane

Durante a aula o assunto sobre cultura local foi muito trabalhado, e nesse contexto lembramos do Sr. José Avito que trabalha com esculturas em pedra (granito) e também madeira. Já que foi tão falado sobre ele fomos visitá-lo no final da aula para conhecermos um pouco mais do seu trabalho.


A naja de madeira com cabeça de mulher by Lailane

Ele nos explicou que o seu trabalho fluía através de um ''patrocínio'' e que aprendeu a fazer as esculturas sozinho e que já ganhou vários concursos de esculturas

  Escultura em pedre do cavalo El Halisco by Lailane

Foto de uma de suas esculturas de madeira by Lailane



texto coletivo escrito por todo o grupo
                                                       


 

quarta-feira, 21 de maio de 2014

AULA: DINÂMICA DAS MANDALAS

No dia 24/04/2014 no centro UnB cerrado fizemos duas mandalas com a tutora Daiane Canabarro e o nosso objetivo foi refletir sobre a relação com a família e a comunidade.


A proposta de fazer uma mandala era para nos auxiliar a compreender melhor o que se pedia na atividade final que era a produção textual sobre a nossa história de vida e como víamos a cidade de Alto Paraíso. 

Em grupo fizemos o levantamento dos pontos positivos e negativos que diagnosticávamos no município.

Os principais pontos positivos foram: A grande quantidade de cachoeiras, o Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros, o nosso cerrado e a nossa cultura, a presença da Universidade de Brasília - UnB, a qualidade do ar, nosso bioma.

Os pontos negativos: foram falta de lazer, ausência de transporte, falta de segurança e educação, lixo, saneamento básico, desmatamento e queimadas constantes da região.

Os produtos desta dinâmica foram às redações, também escrevemos um texto sobre a nossa vida e acrescentando algo sobre os pontos negativos e positivos.



Madala do grupo sociocultural do período matutino.
Manda do grupo sociocultural do período vespertino.

Texto colaborativo dos alunos do sociocultural
                                     

GRUPO SOCIOCULTURAL APRESENTA SUAS PESQUISAS MO DIA 17 DE MAIO

O grupo sociocultural pesquisou sobre a criação de Alto Paraíso. A pesquisa foi muito bem elaborada e continha a história dos índios Avá-canoeiros, Crixás, Goyazes, Xavantes e os Cayapós. 

Durante às pesquisas o grupo descobriu que os Bandeirantes, por volta de 1592, abriram as primeiras trilhas aqui na Chapada. 

A pesquisa continha também a história da Coluna Prestes, caminhada que atravessou o estado de Goiás, no ano de 1925 considerada uma das maiores marchas no período de 1924 e 1927 o líder era Luiz Carlos Prestes, que também liderou a Marcha, e pregou a reforma politica e social, em oposição ao presidente Arthur Bernades.

Descobriu-se também que a Missão Cruls também esteve na região. Em 1892, o presidente Floriano Peixoto formou a Comissão Exploradora do Planalto Central do Brasil, que ficou conhecida como Missão Cruls e demarcou a localização atual de Brasília.

Após a apresentação das pesquisas   as professoras Tânia e Regina, que estavam presentes, disseram  o que era preciso acrescentar  a apresentação para ficarem mais elaboradas mais dados sobre a Coluna Prestes e também sobre a Missão Cruls.

As professoras perguntaram aos alunos se nós havíamos aprendido alguma coisa sobre a história de Alto Paraíso na escola, nós respondemos que não e também falamos que a realização da pesquisa foi muito difícil, pois não encontramos muitas informações e as que encontramos muitas vezes não pareciam confiáveis. Também não encontramos fotos na internet de Alto Paraíso antigamente. 

Tânia e Regina falaram  então  sobre a ideia de criar uma cartilha  contendo a historia de Alto Paraíso, sua criação e dificuldades, as cartilhas depois de prontas seriam distribuídas nas escolas do município.

  
    


   




Também foi apresentado o mapa do consumo. O mapa do consumo tinha como objetivo mostrar como os celulares, pneus e óleo de soja são descartados , quem são seus principais produtores, seus principais consumidores e formas de reaproveitamento ou reciclagem. Para realizar esta atividade de pesquisa, fizemos nossa 1ª saída de campo, por sugestão do colega Breno, que falou de local em frente a borracharia no setor Planalto, que tinha uma grande quantidade de pneus jogados a céu aberto, a equipe foi até o local e tirou várias fotos que foram colocadas na apresentação, ilustrando e trazendo a pesquisa para dentro dos limites da nossa realidade local e mostrando que precisamos estar sempre nos mobilizando, pois os pneus acumulados são excelente para acumular água da chuva e favorecer a proliferação do mosquito da dengue, prejudicando a toda a comunidade.



texto coletivo escrito por todo o grupo sociocultural

sábado, 17 de maio de 2014

I ENCONTRO DE JOVENS DO TERRITÓRIO DA CIDADANIA DA CHAPADA DOS VEADEIROS - MONTE ALEGRE



 -PROGRAMAÇÃO-

1º DIA – 23/05
17h: Acolhida;
18h: Jantar;
20h: Apresentações;
23h: Recolhida.

2º DIA – 24/05
8h: Café da manhã;
8h30: Mesa de abertura;
9h: Mesa de saberes: Autonomia e emancipação da juventude e políticas públicas de juventude;
10:30h: Mesa de saberes: Mesa de saberes: Classe, raça e gênero;
12h: Almoço;
14h às 18h: Início das Oficinas/ grupo de trabalhos;
18h: Jantar;
19h30: Apresentação do Território da Cidadania da Chapada dos Veadeiro;
20h: Apresentações culturais em praça pública.

3º DIA – 25/05
8h: café da manhã;
9h: Mesa de saberes: Agroecologia e Meio ambiente e agricultura familiar;
11h: Continuidade do trabalho em grupo;
12h: Almoço;
14h: Apresentação da relatoria dos GTs;
15h: Formação da mesa de apresentação da plenária- Redação e apresentação de documento final;
17h: Lanche e encerramento;
imagem retirada do google.com

quarta-feira, 7 de maio de 2014

BENS CULTURAIS E PATRIMÔNIO CULTURAL

Bens Culturais e Patrimônio cultural


No dia 30/02/14 tivemos a primeira aula com a professora Regina Coelly, iniciamos a aula estudando o conceito de bens culturais: tudo aquilo a que atribuímos valor.
     
Com a orientação da professora cada integrante do grupo citou bens culturais da cidade como, por exemplo, comidas típicas do cerrado, as garrafadas da dona Flor, etc.
    
Vimos também o conceito de Patrimônio cultural: conjunto de todos os bens, materiais ou imateriais, que, pelo seu valor próprio devem ser considerados de interesse relevante para a para a permanência e a identidade da cultura de um povo.



     
Na segunda parte da aula assistimos um filme que contava sobre à criação do Museu da Maré e da comunidade da Maré no Rio de Janeiro, do seu inicio até os dias atuais, bens culturais e lendas.

O Complexo da Maré é um bairro da Zona Norte do Rio, que ocupa toda a região à margem da Baía de Guanabara caracterizada originalmente por vegetação de manguezal e ocupada por pântanos é conhecida como conjuntos de comunidades da Maré. 

Ocupado desde a década de 1940 por barracos e por palafitas os manguezais foram sendo progressivamente aterrados, tanto pela população quanto o poder público, o termo ‘‘ Maré ’’ tem origem no fenômeno natural que afligia os moradores das palafitas, trazendo sujeira e lama. Historia da comunidade.

     
Vista parcial da Maré em 1971: água e palafitas desapareceriam com os sucessivos aterros



   
  Link do vídeo AQUI




Texto de Arthur Ramos e Jefferson Torres